Pombos

Os pombos vivem em quase todos os tipos de ambientes, especialmente onde vive o homem.

PREVENÇÃO

- Evitar alimentar os pombos;
- Consertar falhas em estruturas que permitam a nidificação dos pombos;
- Vedar as bordas entre os telhados e a laje para impedir o acesso dos pombos nos espaços;
- para impedir que os pombos pousem nos parapeitos de janelas, esticar um ou mais fios de "nylon", presos por ganchos, nas bordas laterais das paredes que circundam o parapeito. Estes fios devem estar a uma altura de aproximadamente 10 cm do parapeito;
- pombos não gostam de pousar em superfícies inclinadas. Construir um parapeito com inclinação de mais ou menos 45o impede seu pouso;
- existem no mercado alguns equipamentos para impedir o acesso de pombos, muitos deles são importados.

DOENÇAS TRANSMITIDAS E PATÓGENOS VEICULADOS:

- Psitacose
- Criptococose
- Salmonelose
- Toxoplasmose

Também podem ter:
- Piolhos
- Ácaros
- Pulgas
Veja mais sobre as doenças clicando aqui.

PREVENÇÃO

1. MEDIDAS DE MÉDIO/LONGO PRAZO:

São medidas de controle que irão interferir diretamente na redução populacional dos pombos.

- EMPREGO DE SUBSTÂNCIAS ANTICONCEPCIONAIS:
Consiste na impregnação de grãos com substâncias contraceptivas, tendo-se como agravante o custo elevado, o fato de não ser específica e atingir aves não alvo e de estar a dose efetiva muito próxima da dose letal, criando um fator de risco de mortalidade.

O produto comercial disponível no mercado externo, à base de di-hidro cloro, é um inibidor de reprodução (quimioesterilizante), que tem sido estudado para controle de pombos, devendo ser aplicado 2 vezes/ano, por 3 ou mais anos consecutivos, com alimentação seqüencial de 10 dias. A primeira alimentação deve ser oferecida na época de queda da taxa de reprodução, em agosto/setembro.

O aporte de pombos na área prejudica o programa de controle.

- USO DE POMBAIS DE REPRODUÇÃO CONTROLADA:
Consiste na construção de pombais que funcionam como pontos de concentração e nidificação de pombos, onde os ovos e os ninhos passam a ser destruídos de forma controlada. É uma técnica que requer persistência, pois os ovos devem ser quebrados a cada 2 semanas, até que a mortalidade natural elimine os adultos. Leva de 3 a 4 anos e deve ser empregada junto a outras medidas de controle.

2. MEDIDAS A CURTO PRAZO:

Representam medidas de controle que irão afastar os pombos das proximidades afetadas, sem influir no nível populacional. São, em sua maioria, medidas de controle que funcionam como barreiras físicas que impedem o pouso das aves nas superfícies tratadas.

- INCLINAÇÃO DE SUPERFÍCIES DE POUSO:
Representa a modificação física de superfícies de pouso, quanto ao ângulo de inclinação, tornando-as instáveis ao pouso dos pombos que se sentem ameaçados nesta situação de declive.

- EMPREGO DE ACESSÓRIOS DESESTABILIZADORES DE POUSO:
Consiste no emprego de acessórios, que podem ser espículas, molas ou fios de nylon, que ao serem instalados nas superfícies de pouso causam uma sensação de instabilidade para os pombos, provocando seu afastamento.

Estes acessórios devem ser instalados ao longo das superfícies e quando estas são muito largas, recomenda-se o uso de 2 ou 3 fileiras destes dispositivos.

Estes desestabilizadores de pouso são comercializados em representantes do segmento e vêm com as peças próprias para fixação no local.

Em pequenas áreas (por ex. parapeitos de janelas), as espículas podem ser substituídas pela planta conhecida como "Coroa de Cristo ", que afasta os pombos de modo similar.

A fixação artesanal de pregos com as pontas voltadas para cima e próximos uns aos outros podem surtir resultado em áreas limitadas.

No caso dos fios de nylon, pode-se optar pelo uso de fios de pescaria, presos nas extremidades por um prego.

Os fios devem estar tencionados a 10 cm da superfície e afastados 3 cm entre si. Estes acessórios podem ser empregados em calhas de prédios, parapeitos, beirais e quaisquer outras superfícies a critério da situação encontrada.

- VEDAÇÃO DE ESPAÇOS:
Consiste na vedação de vãos de acesso em forros de telhado, desvãos, saídas de tubulações de serviço e outros espaços, com estruturas de tela, tapumes ou argamassa, conforme a característica do local.

Os aparelhos de ar condicionado podem ser recobertos com redes de poliuretano em sua parte externa, para evitar a nidificação de pombos nos vãos. Estas redes são praticamente invisíveis, podendo ser utilizadas em janelas de prédios históricos, para prevenir a entrada de pombos. As telas de arame galvanizado de ¾ de polegada têm maior resistência e vida útil do que as telas de plástico, sendo de custo mais elevado. Existem empresas especializadas na instalação destas telas.

- EMPREGO DE ELEMENTOS ASSUSTADORES:
Os elementos assustadores podem ser de 2 tipos: assustadores visuais e assustadores auditivos.

- ASSUSTADORES VISUAIS:
Significa o emprego de manequins de predadores e de estruturas refletoras.

O emprego de manequins de corujas, falcões ou outras aves de rapina, que são predadores biológicos naturais dos pombos, desencorajam sua aproximação, desempenhando a função de espantalhos.

As estruturas refletoras de luz solar, como espelhos e fitas metálicas e luzes estroboscópicas causam um incômodo visual nos pombos, afastando-os dos locais.
É importante esclarecer que as aves habituam-se rapidamente às técnicas de susto. Estas somente têm indicação como medida de impacto, complementar a uma estratégia de controle mais abrangente.

NOTA: Alguns aeroportos utilizam falcões, que são predadores naturais de pombos, para afugentá-los e minimizar os problemas causados por pássaros que podem chocar-se com flaps de aeronaves ou serem sugados por turbinas e provocar acidentes.

- ASSUSTADORES AUDITIVOS:
O emprego de sons que afugentam os pombos, como explosão de fogos de artifício, chacoalhar de estruturas metálicas (latões, panelas), ultra-som, sons miméticos de predadores, ou tiros de ar comprimido são medidas de efeito bastante transitórios.

- PERSUASÃO DO POUSO POR SUBSTÂNCIAS REPELENTES:
Consiste no emprego de substâncias atóxicas, sem adição de praguicidas ou repelentes químicos, que têm a função de inibir o pouso dos pombos, por causar repelência por irritação de contato.

Estas substâncias são em forma de gel, podendo funcionar por períodos determinados pelas características do ambiente. Em locais muito empoeirados ou com produção de substâncias oleosas, o gel repelente tende a ter seu efeito residual encurtado, podendo atuar por 3 a 6 meses, no máximo. Em locais protegidos de sujeiras que possam aderir ao gel, seu tempo de duração será estendido por um período mais longo. O gel perde sua efetividade não somente pelo acúmulo de pó, mas algumas marcas comerciais não resistem bem ao calor.

O gel repelente é bastante indicado para parapeitos, vãos de acesso, locais de pouso em fachadas de prédios, grades de aparelho de ar condicionado, estruturas arquitetônicas de alto relevo de prédios de construção antiga e outros. O gel deve ser aplicado em faixas onduladas, visando aumentar a área tratada e melhor impedir o pouso dos pombos.

- EMPREGO DE CERCAS ELETRIFICADAS:
Consiste na instalação de arame eletrificado como barreira de contenção da invasão de pombos. É uma medida de controle de alto custo, que requer instalação e manutenção profissional especializada. A carga elétrica deve caracterizar-se por uma alta voltagem associada a uma baixa amperagem, visando o afastamento dos pombos por choque elétrico, mas sem sacrifícios da espécie. As cercas elétricas são indicadas somente para áreas afastadas da população humana, pelos riscos de choque.

- CAPTURA POR ARMADILHAMENTO:
Esta técnica utiliza armadilhas específicas para captura de aves, tendo como iscas grãos quebrados (trigo ou milho) e 1 a 3 pombos que estimulam a aproximação e eficiência de captura.

- MANEJO DE RESÍDUOS ORGÂNICOS:
O manejo de rações, guarnições, restos alimentares e o acondicionamento adequado do lixo representam medidas relevantes no controle de pombos, bem como de outras pragas urbanas (baratas, moscas, roedores).

- LIMPEZA DOS LOCAIS INFESTADOS:
Considerando-se que as fezes dos pombos são elementos de alta propagação de microorganismos patogênicos, a limpeza dos locais infestados constitui medida prévia obrigatória em qualquer ação de controle.

Recomenda-se o umidecimento das fezes com água, água sanitária ou outro desinfetante, procedendo-se, então, a limpeza e descontaminação do local.

O uso de máscara protetora ou pano úmido protegendo as vias respiratórias (boca e nariz) é de extrema importância, pois a inalação de partículas de fezes ressecadas pode induzir a ocorrência de doenças como histoplasmose, criptococose e psitacose.

A destinação sanitária dos resíduos é outro passo fundamental de segurança.

A finalização do serviço requer a utilização de bactericidas específicos que melhor garantam a descontaminação.
Dedetização

Tamanho:

28 cm e 370g

Longevidade:

3 a 4 anos, mas existem registros de aves que viveram até 15 anos

Coloração:

Acinzentada, mas pode variar do branco ao preto

Postura:

Um ou dois ovos (por geração)

Reprodução:

A época da reprodução está relacionada com fatores ambientais, duração do dia, temperatura e oferta de alimento. São observadas 4 ou 5 gerações por ano dos pombos no ambiente urbano.

Alimentação:

Pombos alimentam-se de grãos e sementes, porém se adaptaram ao alimento fornecido pelo homem sendo que frequenta o lixo em busca de diferentes produtos.

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